Trânsito I
Sorrisos são livres no trânsito da cidade
Energias perdem-se nos faróis de metal e vidro
A liberdade deixa os caminhos confusos
E cada ponto de luz busca o caminho de casa
A neblina gélida da tristeza de inverno
Enche um sorriso de melancolia e prisão
As ruas congestionadas por solidões
:uma solidão em cada carro
Parece que cada ser solitário sente falta do tato
E na falta da liberdade de um sorriso escondido
Restam os esbarrões de latas e vidros acessos
E entre altos e baixos ainda respira-se
Ás vezes chocar-se com outro carro
É um pedido desesperado de contato
Uma tentativa de voltar para casa
Com um sentir nascido do livre sorrir
[E quem sabe o sorriso encontre
O caminho de volta para casa]
(Sol) Lyllythhg – Primavera/2008
Trânsito II
Sorrisos em trânsito congestionado são asas
Energias perdem-se em vidro e metal
A liberdade deixa o caminho inaugural
E cada lanterna busca o caminho de casa
A neblina gélida da tristeza de inverno
Enche um sorriso de melancolias e prisões
As ruas bloqueadas por carros e suas solidões
:cada metal e vidro enfileirado é únidade
Cada carro solitário sente falta do tato
Na ausência da liberdade de um sorriso escondido
Restam os esbarrões de latas e vidros acessos
E entre altos e baixos ainda respira-se carbono
O trânsito é pedido desesperado de contato
O choque entre latas é o único contato possível
Uma tentativa do sentir e de voltar para casa
Com um livre sorrir recém nascido do impacto
(Sol) Lyllytthhg – primavera/2008
Nenhum comentário:
Postar um comentário